O mercado da mobilidade, que conta com pelo menos 6 bilhões de pessoas conectadas ao celular, é o que mais interessa a Qualcomm, que gasta em média US$ 1,3 trilhão por ano com pesquisas e desenvolvimento. A empresa, que já vendeu mais de 7 bilhões de chips para dispositivos móveis, afirma que seu foco agora não será mais os smartphones, mas sim chips para celulares de menor custo.
Paul Jacobs, CEO da Qualcomm, enfatizou durante o CES em Las Vegas a importância dos mercados emergentes na mobilidade. Ele afirmou que metade dos smartphones será direcionada para esses mercados, como China, índia e Brasil, e é necessário que aplicativos sejam desenhados com foco nesse público, ajudando no desenvolvimento e na economia do país.
CEO da Nokia, Stephen Elop, também disse que o foco da empresa não está somente em ganhar participação de mercado na linha dos smartphones, mas também aumentar sua participação entre celulares de baixo e médio porte, em mercados emergentes, tentando levar a Internet pra esse novo consumidor móvel.
