Brazil authorizes companies to charge for an extra pay-TV access

splash-tv-brasilThe Consumer Defense Commission of the Chamber of Deputies approved a bill that authorized charging for an additional access in the pay-TV market. The installation fee for each extra access shall not exceed 20% of the main access point installation cost, while the maximum monthly fee shall not exceed 5% of a single TV access point service cost.

http://nextvlatam.com/brazil-authorized-companies-to-charge-for-an-extra-pay-tv-access/?lang=en

MobileMonday Rio é parceiro do primeiro evento GSMA Mobile 360 na América Latina

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O MobileMonday Rio é parceiro do primeiro evento Mobile 360 na América Latina,  realizado pela GSMA nos dias 13 e 14 de maio no Rio de Janeiro. Identidade Digital, 4G, M2M, Inclusão Digital e Serviços Financeiros Móveis serão alguns dos temas discutidos.

O mercado de telefonia móvel da América Latina é hoje o quarto maior no mundo, com 326 milhões de assinantes e mais de 90 operadoras de telefonia móvel. A região deve tornar-se a segunda maior base instalada de smartphones do mundo em 2020.

A programação da conferência está disponível no site do evento: http://www.mobile360series.com/latin-america/#agenda

Neste ano, a GSMA sediará cinco eventos Mobile 360 Series ao redor do mundo: Mobile 360 Series-África, Mobile 360 Series-Europa, Mobile 360 Series-América Latina, Mobile 360 Series-Oriente Médio e Mobile 360 Series-América do Norte. A GSMA é também responsável pelo Mobile World Congress em Barcelona.

Após a Tim, Vivo é proibida de cortar dados móveis ao fim da franquia

vivoEm março, a Tim já havia sido proibida de cortar a franquia de dados móveis através de uma liminar em São Paulo, agora é a vez da Vivo. O não cumprimento por parte da operadora acarretará em multa diária de 50 reais, limitada a dez mil reais.

As quatro principais operadoras do país (TIM, Vivo, Claro, Oi) estão sendo questionadas pelo PROCON do Rio de Janeiro sobre os novos termos para o corte no consumo de internet móvel.

A prática anterior não bloqueava o consumo, mas diminuía a velocidade contratada para cerca de 256 kbps. Agora, o usuário é notificado sobre a cota de consumo próxima dos 60%, e ao atingir 100% os dados são suspensos até que um novo pacote adicional seja contratado.

http://optclean.com.br/vivo-tambem-e-proibida-de-cortar-dados-ao-fim-da-franquia/

Anatel autoriza compra da GVT pela Vivo

gvtO negócio estava fechado desde o início de setembro, mas ainda precisava passar pela aprovação de entidades regulatórias. A Anatel era uma delas, e a caminhada da Vivo para assumir o controle da GVT está mais perto do fim.
A Vivo deverá apresentar para a Anatel um plano de expansão dos serviços da operadora, envolvendo o mínimo de 10 novas localidades cobertas. Esses municípios não podem pertencer a São Paulo, onde a operação fixa da Vivo assumiu as operações estatais de comunicações que abrangem todo o estado.

https://tecnoblog.net/171797/anatel-compra-gvt-vivo-aprovada/

Parceria da Caixa, TIM e Mastercard para lançar uma solução de carteira móvel

timA Caixa Econômica Federal, a TIM e a Mastercard estão prestes a lançar uma solução conjunta de carteira móvel. Existe a expectativa de que essa carteira móvel seja integrada a programas sociais do governo federal, como o Bolsa Família.
Hoje, a TIM é dona da maior base pré-paga do Brasil, com mais de 60 milhões de linhas em serviço. Estima-se que metade desses usuários não tenham conta em banco.

http://www.mobiletime.com.br/22/10/2014/caixa-tim-e-mastercard-prestes-a-lancar-carteira-movel-em-conjunto/395362/news.aspx

Anatel prepara leilão para 3,5 GHz, 2,5 GHz e 1,8 GHz

anatelA Anatel prepara para o meio do ano que vem uma licitação com cerca de cinco mil lotes de todas as sobras de faixas licitadas até agora. O leilão será eletrônico, o que deve favorecer a participação das pequenas empresas.
Um dos principais desafios da agência neste novo leilão de sobras talvez seja conseguir licitar a faixa de 3,5 GHz. Desde 2006 a agência tenta vender essa faixa, mas por diferentes motivos ainda não conseguiu.

http://www.mobiletime.com.br/02/09/2014/anatel-prepara-leilao-do-3-5-ghz-e-sobras-de-2-5-ghz-e-1-8-ghz/389860/news.aspx

GVT, Vivo e TIM

Em dezembro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu que a Telefónica deveria vender sua participação na TIM ou procurar um sócio para a Vivo, empresa que controla. A participação da operadora espanhola na TIM é indireta. Atualmente, a Telefónica é a maior acionista da Telecom Italia, dona da TIM, com cerca de 14% da empresa.

O problema de a Telefónica ficar no controle da Vivo e da TIM é que elas estão, respectivamente, no primeiro e no segundo lugar na lista das maiores operadoras celulares do País. Os espanhóis têm até maio para fazer a mudança societária.

Em julho, a Telefónica anunciou a venda de 750 milhões de euros em bônus conversíveis em ações da Telecom Italia, como primeiro passo para acabar com essa participação cruzada nas empresas brasileiras. Os bônus têm prazo de três anos, mas podem ser convertidos em ações a qualquer momento, caso certas condições sejam alcançadas. Com a operação, o grupo espanhol vai reduzir em mais de 5 pontos porcentuais sua participação na operadora italiana.

O segundo passo foi o anúncio, na semana passada, da oferta de R$ 20 bilhões que a Telefónica fez pela GVT, operadora brasileira de telefonia fixa que pertence à francesa Vivendi. A oferta consiste em R$ 11,96 bilhões em dinheiro e cerca de 12% da Telefônica Brasil. A proposta também dá ao grupo francês a opção de ficar com 8,3% da Telecom Italia. Com isso, os espanhóis estariam fora da operadora italiana.

Depois disso, a Vivendi afirmou que, apesar de nenhum de seus ativos estar à venda, vai considerar a oferta dos espanhóis em sua próxima reunião de conselho, prevista para o fim deste mês. Segundo a agência Bloomberg, a Telefónica apresentou sua proposta hostil (não solicitada) no momento em que acontece uma negociação de aliança entre a Telecom Italia e a Vivendi.

Os grupos italiano e francês discutem, segundo fontes, unir a GVT e a TIM no Brasil, formando uma empresa integrada fixa e móvel, como as concorrentes Vivo, Oi e Claro/Net/Embratel. Apesar de não existir nenhum acordo fechado, a Vivendi poderia assumir, em troca da GVT, uma parcela “significativa” de participação na Telecom Italia, possivelmente desbancando a Telefónica como maior acionista da operadora italiana.

A GVT tem 12,4% do mercado brasileiro de banda larga, 9,4% dos telefones fixos e 4,2% da TV paga. Em 2012, a Vivendi tentou vender a operadora brasileira, mas não conseguiu uma oferta que considerasse satisfatória. Entre os interessados, estavam a DirecTV, dona da Sky, e fundos de investimento.

Do ponto de vista da concorrência, seria mais simples a união entre TIM e GVT, uma operadora móvel e outra fixa. Com a Vivo, existe o problema de a GVT já atuar em vários dos principais mercados de São Paulo.

Fonte

Operadoras começam a testar sistema para bloquear celular pirata no Brasil

As operadoras de telefonia com operação no Brasil começam a testar um sistema para bloquear telefones celulares piratas – esses aparelhos não são homologados pela Agência Nacional de Telecomunicações.  O objetivo inicial é fazer um diagnóstico e, segundo a agência, o processo de bloqueio só deve ter início a partir do segundo semestre de 2014.

A Anatel afirma que o objetivo não é prejudicar os usuários, mas sim garantir que os telefones celulares em uso no Brasil sigam as determinações estabelecidas pela agência. Sem o selo de homologação, não há como saber se o aparelho atende aos requisitos para funcionar com qualidade (para “conversar” com a rede de telefonia, por exemplo) e segurança (caso da bateria, que pode apresentar problemas no carregamento).

A Anatel esclareceu que qualquer modelo homologado por ela poderá operar no país, independentemente de onde tenha sido comprado. Assim, um iPhone adquirido no exterior funcionaria normalmente por aqui, mesmo não sendo exatamente igual ao modelo específico para o mercado nacional (a frequência do 4G no Brasil, por exemplo, não é igual à dos EUA). O mesmo aconteceria com smartphones e tablets de outras marcas.

O sistema de bloqueio baseia-se no IMEI (International Mobile Equipment Identity): um número único de identidade do telefone celular. O cadastro nacional desse dado será cruzado com o dos chips (IMSI), permitindo que as operadoras identifiquem se o aparelho é “legítimo” (homologado).

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